Agência Minas Gerais | Carnaval da Liberdade 2026 movimenta ruas da capital mineira e atrai turistas para todo o estado
O Carnaval da Liberdade 2026 já é um dos maiores e mais diversos destinos carnavalescos do país. Durante quatro dias, a folia mineira contou com programação descentralizada, presença ativa em cerca de 450 municípios e experiências que conectaram cultura, turismo e identidade.
A iniciativa do Governo de Minas se consolida como uma política pública estruturante que integra a folia da capital Belo Horizonte ao interior, valorizando as identidades locais e ampliando o acesso à cultura em todo o estado.
“Tivemos um Carnaval que reafirma Minas Gerais como um dos principais destinos culturais do país, com milhões de pessoas nas ruas, forte presença de turistas e uma programação diversa que valorizou nossa identidade”, destacou a Secretária de Estado de Cultura e Turismo, Bárbara Botega.
“Do ponto de vista turístico, os indicadores foram muito expressivos, com alta ocupação hoteleira, aumento significativo de voos chegando a Belo Horizonte e visitantes de várias regiões do Brasil e do exterior”, completou a secretária da Secult.
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Em 2026, o Carnaval da Liberdade esteve ainda mais estruturado, diverso e inclusivo, combinando grandes programações urbanas, festas tradicionais, manifestações culturais regionais e opções voltadas ao descanso, à natureza e à espiritualidade.
A proposta reforçou o conceito que orientou a campanha de 2026: “Fica mais um cadin! Em Minas, a folia não tem pressa”, convidando mineiros e visitantes a viverem o Carnaval de forma ampliada, explorando diferentes territórios e experiências.
“A campanha teve um papel muito importante porque reforçou exatamente aquilo que Minas oferece: experiência, acolhimento e diversidade. Percebemos uma repercussão muito positiva, com visitantes aproveitando não só BH, mas também cidades históricas e outros destinos próximos”, destacou Bárbara Botega.
Carnaval mais seguro do país
Para além da folia, o Carnaval da Liberdade 2026, seguindo o exemplo dos anos anteriores, também já pode ser considerado como um dos mais seguros do estado. Isso porque, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) contou com 100% do efetivo nas ruas para proteger toda a população.
“Toda ocorrência foi rapidamente resolvida pela ação dos nossos policiais que estavam muito bem postados no terreno. Não só aqui em Belo Horizonte, mas em todas as outras cidades onde houve folia e também onde houve o carnaval da tranquilidade. O que para nós também é motivo de muito orgulho. E contribui para a propaganda, inclusive, desse carnaval, que é um dos mais seguros, se não o mais seguro do Brasil!”, destacou o Diretor de Comunicação Organizacional da PM, Coronel Flávio Santiago.
Em 2026, os foliões puderam contar ainda com o auxílio da tecnologia, por meio do “App Emergência MG”. Já os militares utilizaram drones para reconhecimento facial e ônibus tecnológicos para facilitar no atendimento das ocorrências e captura daqueles que não estavam nas ruas para curtir.
Mulheres vítimas de importunação sexual ou qualquer tipo de violência ou agressão podiam buscar atendimento na “Cabine Rosa”, espaço especializado criado para o atendimento individualizado e humanizado de mulheres.
Movimentação intensa na rodoviária de BH
A chegada e a saída para Belo Horizonte ficaram ainda mais intensas nesses últimos dias, devido ao Carnaval. Na rodoviária da capital mineira, cerca de 283 mil passageiros devem passar pelo terminal no período carnavalesco.
Para o Ryan Oliveira, de 30 anos, morador de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, chegar para o Carnaval de BH foi super tranquilo. Ele pegou um ônibus e não teve problemas com trânsito ou desvios.
“Hoje é o meu segundo dia no Carnaval de BH e só tenho o que comemorar. A viagem foi tranquila, o trânsito está bem sinalizado e, até o momento, a movimentação na rodoviária não está muito intensa. Já o carnaval de BH tá cumprindo o que prometeu, animado, gostoso e ótimo. Estou aproveitando muito”, disse Ryan.
Para quem está deixando a cidade a sensação de tranquilidade é a mesma. Segundo Mateus Borges, de 30 anos, morador da capital mineira, a pior parte é a hora de ir embora.
“Atualmente, estudo medicina na Argentina, e só voltei para Belo Horizonte para curtir o Carnaval. Agora, estou iniciando meu trajeto de volta, mas já pensando em voltar no ano que vem. Vale muito a pena, recomendo a todos virem, tanto quem é de dentro e até fora do país”, disse Mateus.