4 de julho de 2022

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REVIRAVOLTA NO CASO HENRY: PERITO REVELA QUE MENINO MORREU NO HOSPITAL E MÉDICOS SERIAM CULPADOS

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REVIRAVOLTA NO CASO HENRY: PERITO REVELA QUE MENINO MORREU NO HOSPITAL E MÉDICOS SERIAM CULPADOS

REVIRAVOLTA NO CASO HENRY: PERITO REVELA QUE MENINO MORREU NO HOSPITAL E MÉDICOS SERIAM CULPADOS

caso do menino Henry Borel, que morreu com apenas 4 anos de idade, vítima de agressões físicas, no dia 8 de março do ano de 2021, está repercutindo bastante até hoje no Brasil inteiro. Os principais suspeitos são a sua própria mãe, Monique Medeiros e seu padrasto Jairo Souza Santos, e eles ainda estão em julgamento e com o inquérito em aberto.

No último dia 01 de junho ocorreu uma nova audiência sobre esse caso, onde foram constatadas novas informações sobre os fatos da morte do menino Henry, todo o caso está sendo julgado pelo tribunal de justiça do Rio de Janeiro, e foi constatado por exemplo que o menino teria chegado com vida ao Barra D’Or, hospital situado na Barra da Tijuca, zona nobre do Rio de Janeiro.

O perito Sami El Jundi, habilitado pela Justiça para atuar nesse caso, informou que inúmeras das lesões sofridas por Henry Borel teriam sido causadas pelos próprios médicos do hospital, no momento em que tentaram reanimar o garoto. Ele explicou todas as 23 lesões que foram encontradas no corpo do menino Henry, e atribuiu a grande maioria delas a esse fato ocorrido.

Anteriormente todas as lesões do Henry, haviam sido atribuídas as agressões físicas sofridas pelos principais suspeitos, a sua mãe e o seu padrasto. Inclusive segundo as informações que foram passadas pelo anterior estudo realizado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli, Henry Borel teria morrido dentro do apartamento, o que agora está sendo refutado pelas novas constatações da defesa.

Porém agora tudo muda de figura novamente, e o que antes eram agressões físicas sofridas pelos seus tutores legais agora são lesões causadas pela reanimação dos médicos no hospital, e o perito ainda incluiu a lesão hepática que Henry sofreu também a essa mesma tentativa de reanimação:

“Rapidamente iniciou-se o procedimento de reanimação feito por cinco profissionais (médicos e enfermeiros) que por duas horas realizaram 12 mil compressões contra o tórax de Henry para que o coração voltasse. São 12 mil ‘pancadas’ no corpo de Henry para reanimá-lo. E que depois o raio-x comprovou que causou contusão nos dois pulmões”, afirmou o especialista.

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